terça-feira, 18 de novembro de 2008

ha.HA.ha


Hahahaha hahahah ahahahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaahah ahahaha h ahahahh ahahahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaahah h ahahahah haahahahah ahahahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahh ahahh ahahahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahh ahahahah haahahahahahh ahahahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaahah ahahaha ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaahah ahahaha ahahahah ahahahahah a haahhaahah ahahaha ahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah ah ahahahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaah ahahahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaahah ahahaha hah ahahaha ahhaahah ahahaha ah ahahahah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaahah ahahaha hah a haahhaahah ahahaha hah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaahah ahahaha ahahaha ah haahahahahah ahahahaha ahahahhaha ahahahahahah ahahahahah a haahhaahah ahahaha
Vamos rir para não chorar.
Você diz que acredita no que vê, mas você só vê o que você quer.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Parabéns, Thiago.

Meu Urso. Meu filho.
Meu amigo, de tanto tempo, de tantos anos, de tantos risos, tantos abraços, tantas conversas fiadas e tantas conversas cuidadosas.
Mesmo que você se ausente por um ano e três meses, eu nunca vou te deixar, nunca.
Porque você é meu amigo, é pedaço de mim e eu te amo.
Leu bem? Eu te amo.
E eu estarei aqui por ti, para sempre.



P.S.: Hoje é dia 14 de novembro. -.-

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Amantes.


Ele a via, ela o via, e quase nada acontecia. Não a olho nu, até então.
A presença de um dulcificava o olhar do outro, e a ausência causava ardor.
Deixava um vazio, que vazio.
Supria a necessidade de paz, mas que paz?
E depois de um determinado tempo, um invadiu o âmago do outro
A parte mais íntima de um era parte mais íntima do outro
E dividiam até o último fiapo de dor, de amor.
Eles foram cedendo aos poucos. Primeiro trocavam olhares, depois palavras e depois gentilezas.
E depois trocaram corações, caso contrário não conseguiriam mais viver em paz
E então fizeram-se amantes. E era impossível separá-los, já eram um só.
Amavam, dançavam, sorriam e vez ou outra discordavam um do outro
E ainda assim eram amantes, em uma era tão desgastada
Em uma rua mal movimentada e numa casa vazia cheia de nada
Que em pouco tempo de lá transbordou amor
E invadiu a rua da frente e a rua de trás e foi invadindo pouco a pouco as notícias nos jornais...
Ele a amava como Romeu amava Julieta, e ela o amava como Isolda amava Tristão
E como nos contos, reza a lenda que também foram amantes eternos e nem a morte os separou.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Coroa solitária.

Ah, por favor. Que invenção esta minha, ainda não aprendi que chegarei aos trinta acompanhada de um pilha de livros e umas páginas em branco na qual eu fiquei sem escrever por não ter mais o que dizer. Cheia de livros de romance, de prosa, poesia e umas historinhas de humor para eu poder associar amor a humor e achar que não há nada errado comigo.
Não, está tudo bem se esse quiser ir embora também, eu não me impressiono mais. Aliás, não me impressiono há algum bom tempo.
Só gostaria que fosse ele, mas aí já é querer demais, meus amores, é querer demais.
Passei uma hora do meu dia imaginando como seria se de repente desse certo, já pensou? Se esta porra toda começasse a dançar lentamente no ritmo da minha música, passinho por passinho na melodia, um, dois, três. Txa.
(Aí eu aproveitei que estava sonhando e pedi um Poney.)
Sério, pelo visto só vai me render umas saudades, uns textos e umas horas de perseguição.
Não que ele faça o tipo de quem nem sabe se vai ficar e já quer saber onde vai dormir, mas eu gostaria que fosse, e faria-lhe a cama com prazer.
Queria não ser tão megera, ou tão compreensível, mas se já decidiu não ficar, por favor, não me amole. Não nos sufoquemos e nem me faça me apaixonar por você.
Você não é uma perda de tempo, fique mais um pouco, tome um chá, cante comigo “As rosas não falam” e se preferir ficar para sempre, eu vou adorar.

domingo, 9 de novembro de 2008

Brincando de ser feliz.

Eu bem que posso acordar despreocupada e decidir que enquanto você não me ama, vou tentar amar um outro alguém, assim só por diversão também.
Não que eu seja tão insensível, mas seu drama não me afeta. Por muito tempo eu esperei você chegar e me dizer tudo o que queria, mas você sempre preferiu se esconder, sempre.
Acontece que dessa vez quem cansou fui eu, não que eu vá me esconder, mas eu vou decupar minha vida, meu futuro, minhas idéias e passar a viver por mim, só por mim. Sem ter que esperar alguém que eu tenho certeza que nunca vai chegar, já perdi muitas noites de sono assim, não perderei mais.
Às vezes nós nos focamos tanto em certas pessoas, certos olhares, que acabamos não vendo o mundo girando ao nosso redor e nos dando oportunidades melhores, nos dando soluções. É tudo erro, tudo um grande erro.
Esperar, fingir, dizer, entender, tentar novamente, insistir, abraçar, pedir para não ir, chamar, chegar, amar você. Não é possível.

Não que eu regresse no primeiro obstáculo, mas você poderia ter sido mais claro, mais límpido, talvez não precisasse disso tudo.

E nem pense em se preocupar, nem se dê ao trabalho. Eu não vou me apegar a você.

domingo, 2 de novembro de 2008

Como quem canta na chuva, eu te amo.