segunda-feira, 14 de julho de 2008

Início de fim.

Tudo por aqui está dando errado, tem algo pelo avesso.
São todos eles, todos eles estão seguindo para o caminho da amargura
E não adianta, não tentem desvendar os mistérios da paz
Serão todos engolidos pelas peripécias do medo.

Há anos venho tentando me redescobrir
Nos olhos vivos de quem finge confiança
Foram anos perdidos, presos em dias de angústia
Amor, meu amor, não precisa mais voltar, não me roube a esperança.

Este é o fim do fim, o fim do caminho sem volta
O fim dos tempos, dos amores
Este é o fim.

E ainda aqui, eu te amo.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Miss him.

E depois que ele morreu, eu me apeguei tanto a ele, como se ele fosse minha crença, o meu Deus.
E hoje eu sinto mais a falta dele do que eu sentia enquanto ele ainda respirava, mas quando eu o via, eu me animava tanto, eu gostava tantao de estar no mesmo lugar que ele, e conversar e saber que ele estava ali.
Por que algumas pessoas que nós aprendemos a gostar tanto precisam ir embora? Ele não precisava ir, precisava? Não, não precisava.
Ele poderia muito bem ainda estar por aqui, mas às vezes alguém próximo precisa morrer para que nós passemos a dar mais valor a quem nos rodeia. E eu aprendi, mas o fato é que as pessoas interpretam errado. Então eu fico numa dúvida, um dúvida que eu fico até com medo de resolver. Eu não sei se eu me entrego mesmo e me apego as pessoas que eu gosto bastante, ou se nem isso.
Eu tenho medo de perdê-las e me sentir sem chão, novamente.
Eu sinto a falta dele, sabia?
E sinto tanta, que às vezes eu me pego chorando desfreadamente, me pego lembrando dele, das poucas lembranças que eu tenho e fico querendo dormir logo para acordar logo e ver que isso tudo é só um pesadelo. Isso tudo é só um pesadelo.
Não, não é.
Ele morreu.
E eu tenho que aprender a lidar com isso.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Cacos de mim.



Hoje estou delicada como uma taça, portanto ninguém venha brindar nada, não quebro me quebrar.
Mas para que tanta hipocrisia? Todos já não sabem que estou estraçalhada?
Há pedaços de mim por todos os lados, em todos os cantos que fazem sombra, pedaços de mim por todo lugar.
Me quebrei, me quebrei e caminhei a procura de um recinto em silêncio e solitário, bem longe, bem longe daqui. Para que ninguém pudesse ouvir meus prantos, meu canto de agonia, meu mundo, o meu calvário. Meu esforço, minha ausência de prazer para sorrir.
Acho que já estou cansada do amor, cansada dessa dor permanente que ele causa tão bem docemente, e de repente tira o sono.
Não desejo ninguém, não mais. Não quero desejar meu sofrimento.
Não espero que volte, quero apenas que vá embora. Para um lugar longe o suficiente e fora do mapa, antes que eu enlouqueça e antes que eu esqueça quem eu sou realmente.
Antes que me remontem e me quebrem no chão, pela segunda, pela milésima vez.
E eu voltei, voltei para o mundo real porque o mundo irreal já estava me fazendo rir, todos aqueles risos já não faziam mais sentido e o brilho nos olhos estavam sendo apagados. Voltei, voltei de onde nunca quis ir, volte pela segunda, milésima vez, para o mundo que é, de fato, meu único aliado.
E eu sei que o erro foi meu, eu sempre soube que o erro foi meu.
Mas algumas pessoas resolvem obedecer ao orgulho e se sufocam na verdade que se limitam a enxergar. Tudo poderia ter sido tão mais fácil, tão mais singelo se eu tivesse, por acaso, deixado a vida me levar sem pressa, sem aperreio.
Agora eu vejo que tudo não passa de um imenso faz-de-conta, não passa disso não.
E eu sou o amor, a verdade que quase nunca se encontra, por estar sempre, quase sempre se escondendo da razão.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Gato e lebre. :D Hahaha

Você já ficou triste a ponto de não saber o que falar? O que fazer?
Já amou alguém a ponto de adoecer?

Já firmou seus passos no chão, achando que nunca mais sairia dali?
Já guardou um abraço na mão e esperou a hora de partir?
Já quis dizer que ama pra sempre e ficou com medo que esse sempre acabasse?
E já acreditou no amor pensando ser pra sempre?
Mas pra sempre ou não, o amor sempre tem o seu lugar.

Já deitou e imaginou um mundo paralelo? Já se imaginou neste mundo?
Caminhando desarrumado, só de chinelo.
Já magoôu e quis pedir perdão e não pediu? Por ser idiota demais, orgulhoso demais.
E depois viu que não tinha mais tempo para voltar atrás?
Já engasgou no próprio ego e viu que nem sequer perdeu ar?
Orgulho demais sempre faz mal.

Já sonhou com o paraíso e descobriu que ele pode está bem próximo?
Já teve essa certeza?
Já quis afundar no chão e nunca mais aparecer? Em lugar algum?
Já quis acordar de manhã e estar em Lugar Nenhum?
Já colocou a mão na cabeça e pensou "E agora?"?
Já olhou para os lados, viu tanta tragédia e quis ir embora?
Já amou demasiadamente alguém e nunca quis contar por não acreditar nesse amor?
Já escondeu a verdade por medo de se expôr?
Já viu o mar?
Já foi no céu?
Quis o luar?

Eu também já.

Nós somos tão comuns em tantas coisas, são tão pequenas as diferenças.
Não sei porque ainda assim, tem gente que insiste em achar que é melhor que os outros...
Vã ilusão.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Tenho 18 anos. U-huuu.
Determinadas vezes, eu me deparo com meninas dizendo que são loucas para completar a maior idade, porque querem entrar na boate, porque querem comprar o próprio cigarro, porque querem fazer uma tatuagem de estrelinha no pescoço, mas por favor, jovens do meu Brasil Anil, vamos crescer?
Abrir os olhos, que ter 18 anos não é só curtição não, as responsabilidades dobram, triplicam!
E você aí, seu Dimenor-Zero-à-Esquerda! Está na hora de perceber que agora você está batendo de frente com o mundo, e agora vai ter que encarar, vai ter que ir em frente e construir uma vida válida e realizar sonhos, ou voltar para o início e passar o resto da vida como um menor de idade, como um adolescente sempre em frente ccom fé em Jah embaixo da saia da mãe e da maleta do papai.
Mas, santa paciência, um bando de marmanjo ainda usando bonezinho de lado com pirulito na boca, um monte de mulher fuxicando no ouvido da amiga "Ela ficou com o Rafinha!".
Sinceramente?
Esse mundo ao redor do meu mundo, me cansa.

sábado, 5 de julho de 2008

Sing to me.

Eu também gostaria de poder ter um público à espera da minha voz.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Tadeuzinho.


A vida trouxe você de presente pra mim.
E a vida me força a ter que te esquecer e te devolver, mas eu sou teimosa.
E vim aqui, vim aqui arrancar esse peso que não me deixa dormir há tempos, e me faz mentir.
Mas desta vez serei sincera, nada de negações porque eu sei que quando escrevo, ninguém pode me reprimir.
Vim aqui registrar que eu sinto a sua falta o tempo inteiro, e que hoje é seu aniversário e que tudo o que eu mais queria agora era que você estivesse aqui, para que eu pudesse abraçar você e dizer o que eu não preciso dizer porque você já vê. Estampado na minha cara, no tom do meu cabelo, gritando pra você.
Mas isso não importa, não é mesmo?
Portanto, feliz aniversário, meu bebê.
Que não esqueça de mim porque, acredite, eu nunca vou esquecer de você.

Eu A...A... Am... Amo Você.
:*

[É, escrevi em 3 de julho. :) ]